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9 et Urandir   News 2014   f41b7 2020 01 27t090406z 131471419 rc29oe9ulrle rtrmadp 3 china health 2    urandir   China registra primeira morte por coronavírus em Pequim
Vítima tinha 50 anos e foi diagnosticada com infecção em 22 de janeiro; paciente esteve em Wuhan, epicentro da doença. Um médico mede a temperatura corporal de um homem no saguão de embarque do aeroporto de Changsha, China, em 27 de janeiro.
Thomas Peter/Reuters
A capital chinesa registrou a primeira morte por complicações respiratórias causadas por coronavírus. Segundo a rede estatal CCTV, o morador de Pequim de 50 anos foi diagnosticado com a doença na quarta-feira (22) após viagem para Wuhan, cidade considerada como epicentro da doença.
Nesta segunda-feira (27), o governo chinês divulgou que o número de mortos por coronavírus na China subiu para 81. Destas, 76 mortes aconteceram na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan.
Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar de casa.
O premiê chinês, Li Keqiang, visitou a cidade de Wuhan, o epicentro do surto, para sinalizar que está respondendo seriamente ao surto. O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que está a caminho de Pequim para “estreitar a colaboração” com a China. Na última quinta (23), a organização afirmou que “ainda é cedo” para declarar emergência internacional por coronavírus.
Transmissão do vírus
O ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, disse neste domingo (26) que o novo coronavírus pode se espalhar antes mesmo do aparecimento de sintomas.
Ma afirmou ainda que a capacidade de transmissão do coronavírus está se fortalecendo e reforçou as ações de contenção, que até agora incluem restrições de transporte e viagens e o cancelamento de grandes eventos, serão intensificados.
Casos de coronavírus pelo mundo
Arte/G1
Vacinas contra o vírus
Um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) deverá testar vacinas contra o coronavírus em humanos em até três meses, de acordo com a agência de notícias Reuters. A vacina será desenvolvida a partir do código genético desta nova mutação do coronavírus, conhecida como 2019-nCOV.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu a cientistas de todo o mundo que estejam estudando o novo coronavírus compartilhem suas descobertas com a instituição mesmo sem a publicação oficial em periódicos oficiais.
A Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) – grupo internacional para o controle de doenças – anunciou em 22 de janeiro um fundo para apoiar três programas de desenvolvimento de vacinas contra o 2019-nCoV, o novo coronavírus. Rússia, por meio de seu órgão regulador, também havia anunciado que está trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus.
Essa reportagem está em atualização.
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